A volta

 

Nos últimos anos eu tenho vagado em vão por espaços desconhecidos à procura de quem eu sou. Eu passei por experiências novas e divertidas (ou nem tanto) que, aos poucos, me fizeram ver que talvez, só talvez, eu não deveria arrumar a bagunça da minha vida, nada é assim tão arrumado; confusão, loucura, trilhões de dúvidas fazem parte da vida de todo mundo e eu já não quero escapar disso.

Eu negligenciei nesse tempo o que eu mais amo fazer: escrever. Não vou fazer promessas idiotas que eu sei que não vou cumprir, eu não vou escrever todos os dias, nem toda semana, talvez uma vez por mês, talvez quando eu tenha algo a dizer…se bem que eu tenho medo de dizer, é arriscado…

Tudo bem, vou fazer uma promessa que eu possa cumprir: vou me arriscar mais, falar, mesmo que seja idiota porque talvez seja necessário que alguém diga algo.

Talvez esses anos não tenham sido em vão, no fim das contas, eu aprendi muito sobre muitas coisas e descobri que eu não posso fugir de mim, eu não posso fugir, mas eu posso ser o melhor de mim, mesmo que não seja a melhor de todas, sair por aí e me divertir um pouco, ser quem eu sempre fui, a bagunça.

You only live once…

 

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