“Você escreveu seus votos num cardápio de restaurante?”

Eu sou uma romântica incurável, mesmo que, às vezes, finja que não. Sou dessas pessoas bobas que não se importam se a história é real ou não, eu simplesmente gosto de ver o amor acontecer, com todas as suas fases, seus altos e baixos, suas briguinhas e seus longos beijos de reconciliação.

Eu choro como uma bocó mesmo sabendo bem o que acontece no roteiro de trás pra frente. Eu choro mesmo que eu já tenha assistido o filme um milhão de vezes. E eu sempre me pergunto: como seria amar alguém tanto assim? Como seria ser amada tanto assim?

Hoje eu assisti “Para Sempre” (título original “The Vow”), um romance baseado em fatos reais, cujo qual eu já descobri que foi bem distorcido da história contada no livro, mas eu sou tão besta que já sei que eu consigo amar os dois (livro e filme) separadamente (eu aprendi a ver que um filme é o ponto de vista de outra pessoa sobre aquilo, então a pessoa acaba por adicionar um pouco de si mesma e um pouco de tantas outras pessoas envolvidas naquilo que me parece óbvio que não vai ser a mesma coisa).

Não me atenho a detalhes da obra em si, eu estou pausada em: Como seria amar tanto alguém, viver uma vida com alguém e essa pessoa não lembrar que também te amou, que teve uma vida com você?

Agora pense bem em um sentimento de impotência.

Então eu choro de novo porque deve ser pessoalmente horrível, poeticamente lindo e totalmente absurdo.

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