Sobre quando olho pela janela e penso em você

Eu nem ao menos sei se é meu direito te querer aqui, mas eu te quero;
não sei se me é permitido sentir esse tipo estranho de saudade, mas eu sinto;
não tenho ideia se pensas em mim, mas sei que penso em ti.
O pôr do sol parece uma dessas melodias antigas que eram tocadas nos bailes e -com você- eu dançaria sob a sombra das árvores à espera da lua;
e sob a luz da lua eu te daria o meu amor, meu coração, minha felicidade, porque eu não sei me entregar pela metade.
Nos feriados eu seguraria sua mão em frente à minha família (é, não parece ter sentindo, mas eu jamais levaria algum qualquer perto dos meus maiores amores);
te abraçaria apertado todos os dias e te daria a maior prova de amor de que sou capaz: te faria uma música.
Nas noites frias eu acenderia a lareira e te ouviria tocar e eu juro que até aprenderia os nomes de algumas músicas;
eu controlaria meu gênio forte e tentaria não ser sempre tão teimosa e cabeça dura.
Mas as coisas são estranhas e eu não sei se você pensa em mim, na verdade, eu sei pouquíssimas coisas, uma delas é que eu penso em ti e a outra é que as estrelas estão lindas, mas ficariam maravilhosas com um abraço.

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