Século XXI

O mundo está ao avesso
As pessoas preferem a solidão em meio a uma multidão
A estarem em grupo, mesmo que seja um pequeno.
A Intolerância cresce como uma bola de neve rolando montanha abaixo,
Oi, prazer, eu sou seu julgamento, palavra não dita, mas plantada em uma rede de mentiras sem escada.
Os dedos que acariciam o violão perdem a melodia num sem fim de conversas
Fique quieto, feche os olhos, escute, dance.
Seja uma noite sem luar em que as estrelas bailam até o raiar do dia
Porque quando o sol nasce as falsas puritanas nos julgam vadias.
Os médicos estão loucos e as pessoas ficaram mudas
Retalhem os corpos porque no século XXI ninguém se importa.
E por onde andam as oportunidades que se perderam nas portas erradas?
O tempo é coisa de louco
E poesia é tempo perdido em gracejos.

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