Rio de Janeiro

Como eu posso começar a descrever o Rio? Pelas ruas que misturam prédios antigos e prédios modernos e espelhados? Pelas ruas pavimentadas que se encontram com as pedras antigas e charmosas? Ou talvez pelo sotaque carioca que, quando forte, eu não conseguia entender sem que me repetissem 2 ou 3 vezes a mesma coisa?
Ah, o Rio de Janeiro! Presumo que ele já era lindo antes, porque “o Rio de Janeiro continua lindo”.
Eu sou criança fácil de se impressionar, olhei para tudo e para todos com olhinhos brilhantes e sorriso aberto. Ainda não superei como o metrô é rápido e leve, deslizando pelos trilhos sem sacolejar demasiadamente (nem quando para na próxima estação).
Os primeiros contatos com os cariocas nas ruas mostraram pessoas concentradas, com pressa, onde o meu encantamento com as coisas nada era além de irritante. Eu estava atrasando a correria (como sempre).
No primeiro dia (14) a chuva caía fina como uma carícia nas ruas, as ruas lotadas de pessoas vendendo capas de chuva e assemelhados. A pressa da segunda-feira tomava conta de tudo e de todos, ou de quase todos.
Tenho verdadeira paixão por pedras e montanhas e elas são visão quase constante no Rio. Quantos suspiros olhando o horizonte!
No segundo dia (15) ficamos no hotel. Sendo feriado estaria tudo fechado, é claro (e é claro que depois descobrimos que não estava!). O dia de cama me rendeu leituras, ideias e, depois de muitos anos procurando algo que pudesse por na pele de minhas viagens, finalmente encontrei.
Antes que esqueça, comer comida caseira e saudável é ainda mais caro no Rio! Se meu pai pedir que eu preste contas – foi tudo em comida!
No terceiro dia (16) começou o III Congresso Internacional do Insólito Ficcional. Que evento, senhoras e senhores! Sendo meu primeiro evento de literatura, eu não sabia o que esperar e, ainda assim, ele muito me surpreendeu.
Quantas teorias interessantes, quantos trabalhos sensacionais! Resumirei esses três dias em uma palavra: sensacional. Claro que, no último dia, eu já não aguentava mais manter meu olhos abertos devido às noites mal dormidas.
No dia 18 me despedi da UERJ com tristeza, com o sentimento de que quem queria ficar só mais um pouquinho. Aliás, foi só no último dia que exploramos um pouquinho da Universidade (muitos cursos em um só prédio de 12(?) andares).
A semana passou rápido demais e de repente já era o sábado, dia em que minha companheira de viagem voltava para casa. Sozinha no Rio, e agora? Minha irmã me botou na rua com uma missão: visitar o Parque Lage.
O parque é uma mini floresta! Tantas árvores lindas! As cavalariças, o palacete, o aquário! Que parque mágico! Conheci tatus bebês nas trilhas, fui seguida por macacos, consegui uma foto de uma formiga carioca (motivos muito pessoais haha). Vi o Cristo dali, também. Senti-me em um conto de fadas ao encontrar corrimãos trançados feitos de madeira, longas escadarias no Lago dos Patos – que não tinha patos -, escalei um morro levemente perigoso para ter uma vista melhor do mirante, conheci jacas e até meti o pé em uma.Não sei se, em algum momento, olhei para o que deveria, mas vi coisas lindas e inspiradoras a meu próprio modo.
O Rio deixou um gostinho de quero mais, uma saudade de sua vista, uma curiosidade por todas as coisas que eu só descobri depois que existiam. O Rio gerou muita inspiração e me deu algumas histórias para contar. O Rio foi surpresa, foi – quem diria – calmaria. Conheci pessoas legais (alô alô Guilherme que joga WoW – esqueci de pedir seu nick do jogo, mas se um dia isso chegar a você me chama aí haha), conheci pessoas nem tão legais, conheci um modo novo e diferente e amei cada momento!
Obrigada pela experiência, Rio, prometo que volto. Agora as fotos (selecionei algumas das mais de 400):

Minha primeira vista do Rio:

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No Congresso:

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Osso de baleia na UERJ:

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Dino na UERJ:

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Decoração de Natal no Shopping:

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O Palacete:

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Os peixes no Lago dos Patos – que só tinha peixes e nenhum pato:

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Meu primeiro pé de jaca:

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Vista do mirante (pós subida no morrinho):

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Os corrimãos feitos de madeira:

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Os caminhos para passeio:

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A trilha que não rolou:

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Um dos vários lagos sem nome:

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Entrada para a torre (que estava trancada):

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O aquário (sim, tem peixes lá dentro):

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Pra que não digam que eu não vi o Cristo:

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Um oi à Ximixi:

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As cavalariças:

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E, por fim, a última visão que tive do Rio (suspiros):

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